sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Dica de Leitura


Descrição
O Larousse dos Gatos é uma obra completa para aqueles que têm ou pretendem ter, criam ou, simplesmente, para os que os adoram. O livro aborda todos os aspectos do felino, a começar por sua história ao lado do ser humano há milhares de anos. Um capítulo especial apresenta ao leitor as características de todas as raças reconhecidas internacionalmente, e é um ótimo instrumento para conhecê-las melhor e escolher a raça mais adequada ao estilo de vida e às necessidades do futuro dono.

Capítulos dedicados ao dia-a-dia do gato, sua alimentação e cuidados especiais auxiliam os donos a criar e conviver de forma saudável e feliz com o seu animal de estimação. Fartamente ilustrado, o livro mostra as mais variadas raças de gatos. Ao final do livro, um Dicionário Médico é um instrumento fundamental para se conhecer e identificar os principais sintomas de doenças que acometem os gatos, além de orientar como evitá-las ou tratá-las.

Curiosidades o Gato mais feio do mundo

Cultura dos Gatos

O Gato Celta




Na cultura celta, a deusa Cerridwen tem um elo de ligação com o culto ao gato relativo à fecundidade através de seu filho Taliesin, que numa das suas encarnações foi descrito como um gato com a cabeça sarapintada.





O Gato Escandinavo



Nas lendas nórdicas, aparece a deusa do sub mundo, Freya, cuja carruagem era puxada por dois gatos, que representavam as qualidades da deusa, a fecundidade e a ferocidade. Estes gatos mostravam bem as facetas do gato doméstico, ao mesmo tempo afectuoso, terno e feroz. Os templos pagãos eram frequentemente adornados com imagens de gatos. Na Finlândia, havia a crença num trenó puxado por gatos que levava as almas dos mortos.





O Gato no Islão



Há uma série de contos associando os gatos ao profeta Maomé, a quem teriam inclusive salvo da morte, ao matar uma serpente que o atacava. Por causa desta associação entre o gato e o Islão, a Igreja Católica conseguiu tanto êxito ao relacionar o culto ao gato com as heresias e o demónio.





O Gato no Budismo



Nos cânones originais do budismo, o gato é excluído da lista de animais protegidos, devido ao facto de que, no momento da morte de Buda, quando todos os animais se reuniram para chorar os seus restos, o gato ter não só mantido os olhos secos como comido tranquilamente um rato, provando sua falta de respeito pelo acontecimento solene. Entretanto, apesar da lenda, o gato foi venerado pelos primeiros budistas pelo seu auto domínio e a tendência à meditação. Na China, estatuetas de gatos eram usadas para expulsar os maus espíritos, e havia dois tipos de gatos, os bons e os maus, que eram facilmente diferenciados por que os maus tinham duas caudas. No Japão, quando um gato morria, era enterrado no templo do dono e no altar do mesmo era oferecido um gato semelhante, pintado ou esculpido, para garantir ao dono tranquilidade e boa sorte durante a sua vida.





O Gato e o Judaísmo



No Talmude, o gato só aparece cerca de 500 d.C., quando o livro sagrado louva brevemente o seu asseio. Entretanto, uma antiga lenda hebraica conta que o gato teria sido criado em plena Arca, quando Noé, em desespero por que os ratos estavam a multiplicar-se e a devorar todas as provisões, implorou à Deus que lhe enviasse uma solução. O gato teria então sido criado de um sopro do leão.

Outra antiga lenda judaico espanhola diz que Lilith, a primeira mulher de Adão, o teria deixado para se transformar num vampiro, que sob o aspecto de um gato preto, atacava bebés adormecidos e indefesos e lhes sugava o sangue.

Os primeiros animais mamíferos chamavam-se creodontes, surgiram há cerca de 60 milhões de anos atrás e floresceram admiravelmente após a extinção dos dinossauros

Por:Berta da Silva Duque

Gatos Pintores

GATOS ARTISTAS




A arte felina não é uma utopia e até já é comercializada. Muitos são os artistas de 4 patas e os mais famosos já tiveram direito a ver as suas obras publicadas em livro como o "Porque pintam os Gatos" de Heather Busche Burton Silver. O gato-pintor mais famoso da história recente foi o célebre Mattisa, um gato amarelo, estrela do espectáculo da Sra. Broadmoore, nos Chatsworth Gardens, em finais da década de 1880. A Sra. Broadmoore, que era na realidade um homem chamado James Blackmun, levava Mattisa para o palco, vestido com uma bata branca e, colocando-o em cima de uma mesa alta ao lado das tintas e de um cavalete, fingia ter com o felino uma conversa acerca de uma qualquer pessoa do público. Depois a Sra. Broadmooren sugeria a Mattisa que pintasse a "vítima". E o gato começa a pintar, pousando as patas na tinta e fazendo várias marcas na tela. O espectáculo continuava com piadas do género "não me parece que tenhas retratado muito bem o nariz" enquanto o gato continuava a sua obra e o público delirava.

Segundo os biólogos, os gatos podem ser estimulados a pintar dado que o cheiro dos sais de amónio usados como agente secante nas tintas é semelhante ao da urina. No entanto, embora seja razoável presumir que a necessidade instintiva de marcar o seu território possa ter constituído a base para o comportamento do gato, no que diz respeito à pintura, a principal razão pela qual os gatos pintam, hoje em dia, parece ser largamente estética. Sabe-se também que os gatos domésticos são capazes não só de distinguir as cores, como parecem também "apreciar" fazer composições espaciais de objectos de diferentes cores.

Se tem um companheiro gato, experimente dar-lhe "asas" para se exprimir pela pintura, Quem sabe se não tem um génio em casa, capaz de até vir a expor, com sucesso, numa galeria...